sexta-feira, 12 de julho de 2013

AncoreTag #2: Liebster award




Oi gente, tudo bem? Bem, pra começar, preciso dizer que odeio ser entrevistada. Sou muito indecisa na hora de dar respostas, mas por incrível que pareça,  a-me-i fazer essa tag.

Há umas duas semanas recebi o selo Liebster da Mandy do blog Twenty-two e logo em seguida, recebi o mesmo selo da Iza do blog Brincando de escritora. Esse selo existe para ajudar a divulgar blogs pequenos, e também serve para que um blogueiro conheça melhor o outro. Funciona assim:

1. Escreva 11 coisas sobre você
2. Responda as 11 perguntas de quem o indicou
3. Indique blogs com menos de 200 seguidores
4. Crie 11 perguntas para quem você vai indicar

Como recebi o selo duas vezes, vou responder às 22 perguntas, mas no resto sigo a regra dos 11, ok?

11 coisas sobre mim:

1.      Eu sou um desastre ambulante como dona de casa. Do tipo que tropeça em tudo e põe fogo na casa tentando fazer comida.
2.      Eu faço aulas de música e sonho em tocar (vários instrumentos) violoncelo numa orquestra, um dia.
3.      Tenho vergonha de mostrar pro mundo 90%dos meus escritos.
4.      Sou péssima expondo meus sentimentos (porque não tenho sentimentos).
5.      Já pensei em fazer psicologia por motivos de: Preciso ganhar alguma coisa resolvendo os dramas das minhas amigas.
6.      Sou apaixonada por cubos mágicos, âncoras, estrelas, corujas e canecas. O.o
7.      Já comecei três livros e um roteiro de cinema, mas não terminei nenhum deles.
8.      Pode não parecer, mas eu sou bem tímida.
9.      Vou fazer dezenove anos e vou continuar, com mentalidade de 13.
10.  A cada dia que fico sem dançar, eu morro um pouco por dentro. Preciso voltar a fazer aulas urgentemente.
11.  Apesar de ser loucamente apaixonada por histórias que envolvam o tempo, não consigo me imaginar daqui dez anos.


Perguntas da Iza: 

·         Quando criou o blog?
Criei o Ancore há uns dois meses, no finzinho de Abril. Tive um blog antes, por bastante tempo, mas já não me identificava mais com o meu eu de 13 anos, então exclui e criei o Ancore.
·         Qual sua lembrança favorita?
Não quero me gabar nem nada, mas tenho tantas lembranças boas, que não consigo escolher só uma. Acho que... Ok! Das últimas, a mais bonita e mais forte foi de quando vi meu nome na lista de aprovados da UFRJ. Chorei feito criança.
·         Livro favorito?
Da série #PerguntasIndecentes: Não consigo escolher um só livro. Acho que Quem é você, Alasca?, A culpa é das estrelas, O dia do Curinga, Fazendo meu filme 4, Jogos Vorazes, Belo desastre, A última música, O imperador da ursa maior e Harry Potter e a ordem da fênix são meus favoritos.
·         Filme favorito?
Da série #PerguntasIndecentes:Impossível responder isso, gente. Ok, 10 coisas que eu odei em você, Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban, De repente 30, O homem do futuro, As crônicas de Nárnia – Princípe Cáspian, Step up 1, HSM 3, 500 dias com ela... Ok, essa lista é interminável.
·         Qual seu maior sonho?
Perder meu medo de viver para poder realizar meus sonhos e alcançar meus objetivos. Sonho com muitas coisas, mas tenho medo de realizar a maioria delas, não sei porque. O futuro me assusta muito.
·         Se você pudesse conhecer qualquer pessoa no mundo, quem seria?
Nesse momento? John Green. Preciso agradecer dar uns tapas na cara desse homem urgentemente. E ah, o Nick Jonas. Sei que vamos casar, mas ta custando pra esse homem me achar, sabe... srsrs! -ñ
·         Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, qual seria?
Do lado da faculdade, serve? Brincadeira (ou não). Como uma boa ex estudante de Turismo, não consigo dizer um único lugar no qual eu queira morar. Quero mochilar pelo mundo, morar um pouco em cada lugar. Inglaterra, Itália, Espanha, Peru, França, USA, Rússia, Indonésia, sei lá! Apesar de ter um pouco de medo, acho que seria legal morar na minha mochila por um tempo.
·         Você tem alguma mania?
Eu tento aprender a fazer coisas tipo crochê, origamis e kusudamas caçando tutoriais na internet. Também costumo me alienar do mundo exterior e começar falar, cantar, tocar instrumentos imaginários, dançar e rir sozinha em público das coisas que ‘acontecem’ na minha mente.
·         Seus pais sabem que você tem um blog? O que acham?
 Não. Meus pais não se ligam muito nessa tecnologias.
·         Tem alguma coisa que você não gosta? (Comida, mania, livro, etc...)
Odeio falar em público, e cantar em público, e expor meus pensamentos em público, e viver em público... Acho que tenho um certo terror de gente.
·         Se pudesse viver em um livro, qual escolheria?
Harry Potter e a Ordem da Fênix. Sempre quis ser parte da Armada de Dumbledore e arranjar um jeito de envenenar a Dolores.

Perguntas da Mandy:

·         Qual o gênero favorito de leitura?
Não tenho um gênero favorito. Gosto de livros que me surpreendam. Só isso.
·         Quantos livros lê por mês?
Quando faculdade deixa, leio uns quatro. Mas isso é meio raro, então fico numa média de dois livros por mês.
·         Qual a comida favorita?
Qualquer coisa que tenha bacon, ou queijo, ou gordura, ou chocolate, ou molho, ou açúcar... Srsrrs! Sofro de obesidade mórbida psicológica e gordice é o meu sobrenome. Minha comida favorita é aquela que entope minhas artérias e me causa orgasmos gastronômicos.
·         Você coleciona alguma coisa? O quê?
Eu sou uma grande guardadora de tralhas. Coleciono marcadores de página, cartas de baralho, cartões telefônicos e bolinhas de gude. Junto também postais, filipetas e flyers de eventos e exposições, mesmo aquelas as quais não fui, E, ahh... ingressos de shows, e os de cinema também..
·         Qual o primeiro livro que vem a mente, quando alguém pede uma indicação?
Ultimamente? A Culpa é das estrelas, sem dúvidas.
·         Qual é o seu Blog favorito?
Infelizmente não tenho tanto tempo assim na internet para ter um blog favorito, mas sou dessa que faz merchan das amigas Verão de noventa e quatro, They got some style, Brincando de escritora, Miss Thay, The fault in Julia’s stars e Secretsof book.
·         Qual é o seu Vlog favorito?
Da mesma maneira que não posso me dar ao luxo de ficar horas e horas lendo blogs também não posso assistir a muitos vlogs, infelizmente.
·         Qual foi o seu maior perrengue?
Olha, minha vida é uma sucessão de perrengues que não consigo classificar com estrelinhas. Mas deixo aqui o ‘Não tenho dinheiro para voltar para casa, por isso vou chorar no meio da rua.’ e a ‘Tô atrasada fazer a prova da Aeronáutica. Vou pedir carona e correr o risco de ser estuprada. Featuring Ariel’.
·         Qual é o seu autor favorito?
Da série #PerguntasIndecentes: Um problema. Paula Pimenta, John Green, Pedro Bandeira e J. K. Rowling são meus divos eternos.

Meninas, mais uma vez, muito obrigada pela tag e desculpem a demora. Mas garanto que eu demoraria o mesmo tempo caso tivesse que respondê-las ao vivo... srsrs! #lerda
Adorei fazê-la e rachar a cuca pensando em respostas, também adorei conhecer um pouco mais de vocês. Mas agora é hora de achar outras vitimas. #mua-há

11  Blogs indicados:

Quebrando a hegemonia dos 11, vou indicar a Dani do Sohlendo. Vi uma tag de metas no blog dela essa semana, e fiquei curiosa por saber mais. ;p

11 perguntas indicadas:

1.      Se pudesse viver em um musical, qual seria?
2.      Qual é o top 5 da sua playlist dessa semana?
3.      Se pudesse dar vida a um personagem de livro, qual seria? Por que?
4.      Qual é o seu lugar favorito em sua casa.
5.      Como você gasta seu tempo? Divida seu tempo diário por três (50%, 35%, 15%) e descubra pra onde esse danado vai quando você mais precisa.
6.      Tem alguma mania bizarra?
7.      Qual é o seu guilty pleasure? Aquela banda/novela/cantor que você foi super fã, mas não admite nem sob tortura.
8.      Como você planeja gastar a sua mesada do mês que vem? O.o
9.      Qual é a sua palavra/gíria/frase favorita no momento?
10.  Se ganhasse um passaporte com destino em branco, que lugar você escolheria visitar?
11.  Gosta de seriados? Quais?

domingo, 7 de julho de 2013

Cronices: Ode à procrastinação


Ano novo, vida nova, novo período na faculdade e uma única promessa: Nunca mais vou deixar meus trabalhos para a última hora. Quem já passou por pelo menos um fim de período conturbado com direito à greves, calendário corrido e incessantes feriados - maravilhosos, porém inconvenientes -, sabe bem o que é virar a noite à base de café, pedindo a São Longuinho que ache as palavras perdidas para completar uma preciosa lauda e arrematar aquele trabalho final que tem que ser entregue em 5 horas. Mas infelizmente, quando surge o arco-íris do novo período, costumamos esquecer os estragos que a tempestade causou e ainda pode causar.

 Sobreviver à tempestade de canivete sem cometer suicídio é motivo pra comemorar e soltar fogos. E é também a ocasião perfeita para fazer promessas que nunca serão cumpridas e jurar solenemente diante de Deus e de todo o Facebook que nunca, NUNCA MAIS, deixará textos e trabalhos para serem lidos na última hora. Mas no dia seguinte, todos os textos, notas de rodapés e trabalhos que eram só pro mês que vem estão jogados na mesma pilha da dieta de segunda-feira e dos palavrões que você prometeu não mais falar. E o que é pior, de repente, não mais que de repente, o tal ‘mês que vem’ já é AMANHÃ, o que significa que hoje é o dia mundial do seu inferno astral, o dia de entornar litros de café com energético e Dipirona, o prazo final para começar e concluir todos aqueles trabalhos cabulosos, cujas respostas não são facilmente encontradas no Google, e digo tudo isso com muita propriedade.

Sempre achei que fosse a rainha da procrastinação – e talvez eu seja mesmo -, mas com o tempo percebi que procrastinar e se dar bem no final é, na verdade, uma arte. Aqui estou eu, em mais uma madrugada de mais um fim de período – e de promessas não cumpridas - tentando estudar pra dois seminários, preparar seus respectivos slides, fazer um fichamento, ler um livro, tirar meu CR da forca e minha bunda da reta bem na última hora. Durante todo o tempo que tive para preparar tais trabalhos, meus dedos e meu cérebro permaneceram tão inertes quanto minha bunda flascida. Por isso, gora estou aqui sofrendo com dor de cabeça por excesso de esforço, me entupindo de analgésicos e energéticos... Se os músicos se drogam e morrem aos 27, os universitários morrem aos 19,não tenha dúvidas.

Quando finalmente consigo dormir, sonho com meus trabalhos prontos e me imagino tirando dez em todos eles... aí eu lembro que meus bons pensamentos não fazem meus trabalhos, e minha preguiça também não me deixa fazê-los. Então eu me conformo com o meu futuro: Repetir o período, desistir da faculdade, ir morar debaixo de uma ponte cercada por pombos e gatos... Não é um destino tão ruim assim, é? Boatos que ser mendigo está super na moda, e viver numa ponte também. Under ou Over the bridge, serei notícia. Só espero que nessa ponte eu tenha um momento de revelação e finalmente entenda que tentar me proteger da tempestade com a peneira não é o caminho certo para ver o tal do arco-íris surgir outra vez. Para chegar ao pote de ouro é preciso fazer muito trabalho... Perder o sono, a sanidade e a dignidade do caminho, faz parte.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

AncoreTag #1: Doenças literárias

Hello peeps! Bem, estou aqui com a primeira tag literária do blog *o*. A linda da Thais do blog Miss Thay me taggeou (já faz bastante tempo, mas whatever) e aqui estou eu na missão de expor minhas Doenças literárias.


A Tag foi criada pela booktuber Sarahwithnh (como The Sick/ill tag) e quem traduziu foi a Giu Fernandes do blog Amount of Words, e funciona mais ou menos assim: A pessoa taggeada deve separar livros de acordo com as doenças que eles representam, e dizer o porquê de o livro se enquadrar na tal doença.

Devo confessar que nunca fiz uma tag literária, e já que estamos aqui falando de doenças, devo confessar também que sofro de leitura compulsiva crônica, mas sou do tipo que não está nem aí pros remédios. Ainda mais quando se trata de livros. Aí o remédio é ler mais, e mais, e mais... *o*

 Diabetes: Um livro muito doce.


Halo, Alexandra Adornetto -> Não que o livro seja doce, ele apenas caiu num pote de melado. Só isso. Os românticos que me perdoem, mas Halo é exagerado demais, e além de meloso, é clichê. Não sei porque esses autores insistem em retratar o amor adolescente de maneira tão exagerada... Ministério da saúde dps diabéticos anti-românticos reproves it.

 Catapora: Um livro que você pegou pra ler e nunca mais vai "pegar" de novo.


Julieta Imortal, Stacey Jay -> Nunca. Nunca mais. Julieta segue o mesmo esquema de Halo. Eu sabia bem do que a história se tratava quando peguei para ler, mas a verdade é que eu insisti num gênero que já não me agradava mais. E Julieta Imortal acabou sendo, para mim, a última gota. Acho essa mistura de sobrenatural com romance exacerbado uma proposta não muito boa. Foi bom no início, foi até divertido, mas já deu! Nada mais de paixões violentas que têm fins violentos e trágicos, e bem e mal e o bem se confrontam através dos séculos dos séculos, eternamente até o que encontrem a luz.

 Ciclo Menstrual: Um livro que você relê constantemente.


Fazendo meu filme 4 – Fani em busca do final feliz, Paula Pimenta -> Esse já ganhou o posto de livro de cabeceira eterno. Sou apaixonada pela Paula e por seus livros, e FMF foi – e ainda é – uma série muito importante na minha vida. Foi o máximo crescer com esses personagens e em FMF4 esse crescimento fica bem evidente. O bom do quatro é que, além de crescidos existem uns lapsos temporais que fazem com que alguns capítulos sejam bem independentes, o que é delicioso, isso sem contar a divisão de POV. O fim me deixou transtornada, por isso, tento aliviar as saudades com uma dose homeopática diária de FMF 4 antes de dormir.

 Gripe: Um livro que se espalhou como vírus.


Crepúsculo, Stephanie Meyer -> Sou fã, não nego. Redimo-me quando puder. O que fazer? Não posso negar que fui acometida do vampirismo há uns anos atrás. No entanto a doença passou quando certos diretores aí resolveram cometer o sacrilégio de deturpar a história nas telonas. Ainda guardo essa série com muito amor, pois apesar de ser fã de muitas outras séries fantásticas, essa foi a primeira que li por completo. E bem, assim como a gripe espanhola - que nos trouxe Edward Cullen (Not Robert Pattinson) - a leitura de Crepúsculo em lugares fechados como trens, ônibus e salas de aula, se espalhou rapidamente e vitimou muitas meninas em muito pouco tempo.

 Asma: Um livro que tirou seu fôlego!


Jogos Vorazes, Suzanne Collins -> Pense numa pessoa lendo um livro num retiro, num ponto de ônibus (eu disse no ponto, não dentro do ônibus. Se bem que no ônibus também), num shopping, no meio da madrugada com a luz do celular... Sim, Jogos vorazes me fez passar por todas essas situações bizarras, e o que é melhor: Segurei tanto a respiração que agora eu acho que posso praticar apinéia por horas e horas (Se liga no talento do tributo). Quem não se sentiu dentro da arena, passando sufoco junto com a Katniss, que atire o primeiro ninho de teleguiadas, mas prepare-se para a revolução ‘cause THE FIRE IS CATCHING and – once again – I’m breathless.

 Insônia: Um livro que te tirou o sono.


Belo Desastre, Jamie McGuire -> Atenção senhores leitores, este livro não é recomendado para pessoas que possuem problemas respiratórios ou cardíacos... Já para os que têm insônia, BD pode ser um ótimo companheiro para as noites não-dormidas, ou quem sabe até um agravante. Jamie, Jamie, Jamie, esse livro me tirou o sono, a respiração, a sanidade, a vida social, e muitas outras coisas. BD é um livro desses que a gente começa a ler e não consegue mais largar de jeito nenhum. Virei a noite, virei o dia e virei uma louca atrás da continuação: Walking disaster (o mesmo livro, só que do ponto de vista de Travis Maddox). Acho que vou perder o sono novamente...

  Amnésia: Um livro que você leu, mas não se lembra muito bem.


O mistério da casa verde, Moacyr Scliar -> Li esse livro quando ainda estava no ensino fundamental, e apesar de não lembrar bem da história, lembro do nome do livro com muito carinho. Lembro também que tinha todo um mistério na história, e que era uma espécie de releitura de O Alienista, de Machado... Rsrs! Dá uma saudade boa, sabe? Nostalgia. Não lembro o enredo da maioria dos livros que li no ensino fundamental, mas os amo incondicionalmente. Eles são parte do que sou hoje, me colocaram nos caminhos da leitura. Um dia vou comprar um por um só pra relembrar e sentir aquele gostinho de infância na boca novamente.

Má Nutrição: Um livro que faltou conteúdo para reflexão.


O preço de uma lição, Gutti Mendonça e Federico Devito -> Confesso que já fui tiete de VDG. Quando o trio inicial surgiu, meu coração disparou e apesar de eles serem chamados de colírios, percebi que eu estava cega ao invés de energar melhor. Li O preço de uma lição numa tentativa madura de não julgar o passado de Federico, mas olha, foi difícil. Não gostei do livro, achei fraquinho, pra não dizer uma porcaria. A história era até boa, mas não foi contada do jeito que deveria, ou que poderia torná-la mais atrativa. Faltou algo mais... pra não dizer que me faltou vergonha na cara por ter insistido no Federico.

Doenças de Viagem: Um livro que te leva pra outra época/ mundo/lugar.


As Crônicas de Nárnia, C. S. Lewis -> Ok, confesso que ainda não terminei de ler Nárnia. Ainda estou no segundo livro (O leão, a feiticeira e o guarda-roupa), mas já é o suficiente para sentir a mágica de Nárnia, ainda mais pra quem passou a vida assistindo aos filmes. Pretendo terminar todos os livros ainda esse ano e cumprir minha listinha de promessas para um 2013 mais feliz. Sim, eu prometi isso na virada do ano. *o*

Bem, é isso. Esse é o eu atestado literário de doente profissional nem um pouco preocupada com a cura.
Se você também é assim, não esqueça de fazer a tag e de comentar, quero saber um pouco mais sobre suas doenças de papel.



Indico essa lindeza de tag pra Ju do The fault in Julia’s stars e pra Ariel do Verão de noventa e quatro. E mais uma vez, obrigada Titina!! *o*